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Inicia período de inscrições para o FIES

28/07/2021 às 16:33


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Urcamp disponibiliza cerca de 190 vagas para os cursos da modalidade presencial

 

Ingressar no ensino superior com financiamento é uma realidade cada vez mais próxima de quem sonha com uma graduação para o futuro. Para este segundo semestre de 2021, a Urcamp dispõe de cerca de 190 vagas de FIES - Fundo de Financiamento Estudantil - para seus cursos da modalidade presencial, nos campi de Bagé, Alegrete, Santana do Livramento e São Gabriel. As inscrições começaram nesta terça-feira, 27, e encerram na sexta-feira, 30 de julho, no site do Ministério da Educação.

O calendário do FIES, definido pelo MEC, está organizado da seguinte forma: Inscrições (de 27 a 30 de julho), resultado do FIES (03 de agosto), complementação das informações da inscrição (de 04 a 06 de agosto), lista de espera FIES (de 04 a 31 de agosto). Em caso de lista de espera, os candidatos pré-selecionados deverão complementar sua inscrição no prazo de três dias úteis, contados do dia subsequente ao da divulgação de sua pré-seleção do FiesSeleção.

Pode se inscrever no FIES, no site portalfies.mec.gov.br, o candidato que tiver realizado do Exame Nacional do Ensino Médio a partir da edição de 2010 e que tenha obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos e nota superior a zero na redação.

A Urcamp está presente com graduação presencial em quatro de seus cinco campi, oferecendo mais de 20 opções de cursos entre Bagé, Alegrete, Santana do Livramento e São Gabriel. Para conferir a listagem completa, valores, documentação para o FIES e outras informações, o interessado pode acessar o site urcamp.edu.br e, também, entrar em contato com a Central de Atendimento, através do WhatsApp 53 32428244, de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h, sem intervalo.



O Novo FIES

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Ministério da Educação (MEC), instituído pela Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001, que tem como objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC e ofertados por instituições de educação superior não gratuitas aderentes ao programa.

O novo FIES é um modelo de financiamento estudantil moderno, que divide o programa em diferentes modalidades, possibilitando juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato. O novo FIES traz melhorias na gestão do fundo, dando sustentabilidade financeira ao programa a fim de garantir a sustentabilidade do programa e viabilizar um acesso mais amplo ao ensino superior.

 

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Convite Comung

27/07/2021 às 17:53


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Acesse a imagem para o convite do Comung - Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas.

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Ação Urcamp pra valer

23/07/2021 às 16:07


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Dois dias de facilidades para quem quer matricular com descontos e negociar dívidas com juro zero



Dois dias de facilidades para ingressar no ensino superior com a Urcamp. Nesta sexta-feira e sábado está ocorrendo o Urcamp pra valer, uma ação que incentiva a comunidade a iniciar a faculdade ou retomar seus estudos. Com descontos nas matrículas e nas negociações, essa é a oportunidade ofertada pela Instituição, em parceria com o Pravaler, no evento localizado na Praça Silveira Martins, em Bagé.

As condições especiais são para futuros acadêmicos, mas, também, têm como público alvo quem já está matriculado ou precisou trancar a faculdade. Exclusivamente nestes dois dias, a Urcamp está oferecendo diversos descontos para quem efetuar a matrícula e zerando o juro das dívidas, que podem ser parceladas em até 12 vezes nos cartões de crédito.

Outro fator que está chamando bastante a atenção é o financiamento com o Pravaler. A contratação é feita na hora e o interessado já sai da Praça matriculado. Com Pravaler, o acadêmico parcela suas mensalidades do semestre e tem o dobro do tempo para pagar sem juros. Caso tenha alguma pendência financeira com a Urcamp, o estudante também tem a possibilidade de incluir a negociação com o Pravaler.

Dentre as atividades, a Urcamp, junto aos parceiros, preparou balões com brindes, que variam entre descontos na mensalidade, cadernos da Urcamp, canetas da Urcamp, chopp da Casa do Chopp, gravatas da Pódium, semijóias da Angélica Pratas e Folheados, caixas de bombom da Rede Super e assinatura mensal do Jornal Minuano.

No sábado, a grande atração será o show com a Dj Nágila Camponogara, que é parceira de longa data da Urcamp. A artista será transmitida pelas redes sociais do Jornal Minuano e da Urcamp, em uma live que irá acompanhá-la das 14h às 16h.

O evento é uma parceria entre Urcamp e Pravaler e conta com o apoio do Jornal Minuano, Dj Nágila Camponogara, Angélica Pratas e Folheados, Rede Super, Pódium moda masculina, Casa do Chopp, rádio Pop Rock, Garupa e Chilli beans.

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I Seminário Institucional On-line PIBID e RP/Urcamp Escuta e Partilha: demandas reais da sala de aula é concluído com sucesso

15/07/2021 às 18:09


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O I Seminário Institucional on-line PIBID e RP/Urcamp - Escuta e Partilha: demandas reais da sala de aula, foi organizado pela Coordenadora Institucional do PIBID Urcamp Professora Ângela Carretta, visando promover o estudo, o debate e a socialização de experiências, trabalhos e pesquisas referentes à formação de professores e à docência na Educação Básica. O encontro ocorreu nos dias 12, 13 e 14 de julho por meio de apresentação oral de trabalhos, palestras, exposição virtual de materiais didáticos e oficinas.

A palestra de abertura "PIBID e Residência Pedagógica: contribuições na formação de professores", foi realizada pela professora Cristiane Hauschild, Coordenadora do Residência Pedagógica da Univates, que abrilhantou a noite com sua eloquência teórica, experiências e paixão pela educação.
A Coordenadora do evento aponta que além de uma retrospectiva dos programas RP e Pibid, Cristiane compartilhou o conceito de desenvolvimento, considerado novo, pois resulta da década de 80, o qual tende a mudar a concepção de formação de professores, pois “desenvolvimento” apresenta o significado de evolução, de continuidade que ultrapassa a linha tênue que separa a formação inicial da formação continuada dos professores.

Os três dias do evento foram marcados pela apresentação de 26 trabalhos dos bolsistas, supervisores, preceptores e coordenadores de área dos programas do PIBID e RP da Urcamp, que evidenciaram importantes contribuições para o cenário atual da educação. Além disso, tivemos 7 oficinas e 2 painéis envolvendo supervisores e preceptores.

O programa PIBID da Urcamp é conhecido nacionalmente por suas iniciativas, ações e produções, sendo efetivo desde 2012. Atualmente conta com quatro subprojetos: Ciẽncias Biológicas, História, Educação Física e Pedagogia-Alfabetização, em Bagé, totalizando 48 bolsista de IC. O programa Residência Pedagógica é desenvolvido em São Gabriel pelo Curso de Educação Física, está sob a Coordenação Institucional do prof. Rodrigo Guterres e possui 24 acadêmicos/residentes. Coube ao professor encerrar o evento com a brilhante palestra “Entre o bem e o mal estar; Como fica o docente?, resultado de sua pesquisa de doutoramento.
A coordenadora da atividade, professora Ângela relatou com entusiasmo o sucesso da ação. “Só nos resta agradecer à CAPES e a pró-reitora Virgínia Paiva Dreux pelo imenso apoio. Para mim, foram 3 dias de confraternização de saberes, de muito aprendizado, com o pleno envolvimento de todos os sujeitos no entendimento das demandas da sala de aula, no planejamento de situações para a superação, num processo contínuo de ESCUTA E PARTILHA. Este grande evento é a prova viva de que os programas Pibid e Residência Pedagógica são capazes de promover uma formação de qualidade. Urcamp e escola, olhando firmes para o mesmo ponto: o ser humano que está na posição de aluno”, destaca.

Foram três dias intensos onde a Educação esteve no palco das reflexões e trocas de experiências permeados pelos trabalhos apresentados e por uma intensa programação.

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Direito EAD da Urcamp é autorizado pelo MEC

15/07/2021 às 14:19


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Em Urcamp | Por Yuri Cougo Dias

Com um histórico pautado por 51 anos de tradição, o Direito da Urcamp acaba de dar um salto histórico. Isso porque o Ministério da Educação (MEC) aprovou com que o curso passe a ser ofertado, também, no formato EAD. Para isso, a instituição precisou ser submetida a uma visita técnica, nos dias 8 e 9 de julho, realizada de forma virtual, por dois avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia federal ligada ao MEC. E, numa escala de 1 a 5, o Direito da Urcamp recebeu nota 4, o que viabiliza o oferecimento do EAD.

Agora, conforme a pró-reitora de Ensino da Urcamp, Virgínia Dreux, a instituição fica no aguardo pela publicação da portaria por parte do Inep. Assim que o trâmite for cumprido, o Direito EAD poderá ser ofertado definitivamente. E, a expectativa da instituição é que isso aconteça já no segundo semestre de 2021, com polos em todos os campus já existentes.

Critérios destacados

Para obtenção do resultado final, foram avaliados vários critérios específicos. Dentro desse contexto, foram levados em conta: organização didático-pedagógica do curso; corpo docente e tutores; infraestrutura física da Urcamp. E, segundo relatório emitido pelos avaliadores do Inep, um dos aspectos que recebeu nota 5 diz respeito a experiência profissional que os professores do curso de Direito possuem fora da atividade docência.

Outro ponto elogiado pelos avaliadores diz respeito ao acesso oferecido pela instituição aos equipamentos de informática. Um exemplo prático disso foram os chromebooks, disponibilizados aos estudantes que não possuíam computador, a fim de que pudessem assistir as aulas, que foram virtualizadas, em razão do cenário de pandemia. A avaliação destacou, ainda, a interação entre os alunos com os professores e tutores, por meio das ferramentas de comunicação que o curso utilizará assim que estiver a pleno funcionamento.

Um marco histórico do ensino jurídico

Em razão da pandemia, a avaliação teve a particularidade de ter sido realizada em forma de virtual. Virgínia relata que os avaliadores puderam acessar as instalações da Urcamp por meio de uma câmera de geolocalização online. Com isso, tornou-se viável com que eles conhecessem os espaços e, na íntegra, fizessem suas perguntas aos chefes de setor e ao coordenador do curso de Direito, Heron Vaz.

Nisso, foram avaliados toda a documentação da Urcamp, instalações físicas, corpo docente, tutores. “Recebemos na tarde desta quarta-feira (14) a notícia para autorização do funcionamento do curso de Direito EAD em Bagé em todos os campus. Estamos muito felizes, pois houve uma grande preparação para essa visita, que aconteceu de forma virtual. Assim que tivermos a portaria em mãos, emitida pelo Inep, vamos poder oferecer, e esperamos que seja ainda no segundo semestre”, enfatiza Virgínia.

Para o coordenador do Direito, Heron Vaz, o oferecimento do EAD representa uma democratização do ensino jurídico. “Estamos vivendo um momento especial, com a autorização do curso de Direito EAD. Somos uma das instituições pioneiras do Rio Grande do Sul a conseguir essa autorização. Isso representa uma democratização do ensino jurídico, porque permitirá acesso às pessoas que não conseguiam, seja por questões financeiras ou pela distância dos campus da Urcamp. Agora, conseguirão realizar o sonho de fazer o curso de Direito”, argumenta.

Na concepção de Vaz, o formato EAD reforçará ainda mais o trabalho e papel que são desempenhados pelo Direito da Urcamp, que acumula 51 anos de contribuição para a sociedade. “O curso de Direito EAD surge como uma matriz curricular enxuta, inovadora, impactante, com o objetivo de formar um profissional do Direito que seja ético, que tenha todas as competências e habilidades exigidas no mercado que tanto a coordenação quanto os professores acreditam muito”, conclui.

A reitora da Urcamp, Lia Maria Herzer Quintana, demonstrou satisfação com a avaliação, destacando que trata-se de uma resposta a um esforço coletivo de cada colaborador da Instituição. “Cada vez mais se justifica que nosso trabalho conjunto, de todos em prol de um objetivo, traz resultados positivos. E isso ocorre mais uma vez. É uma nota máxima, na nossa avaliação, com a certeza de que garantiremos um ensino de qualidade, como sempre ofertamos”, disse.

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Projeto de Ensino Sarau Noturno lança filme

15/07/2021 às 13:46


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Nesta quinta-feira (15), O Sarau Noturno promove o lançamento de seu primeiro filme. O Projeto de Ensino idealizado pela coordenadora do curso de História, professora Clarisse Ismério, visa promover a arte cemiterial, buscando propagar o conhecimento sobre as personalidades que marcaram a história de Bagé, através de contos interpretados por alunos do Centro Universitário da Região da Campanha.

O espetáculo, que é desenvolvido há 13 anos, utilizou do período de distanciamento social para inovar sua forma de realizar arte. Com o apoio da tecnologia, as apresentações se tornam virtuais, e através das redes sociais, atraem espectadores curiosos sobre a história da região para o projeto.

Abusando dos elementos gráficos, foi produzido o material que busca carregar um caráter e tratamento cinematográfico, onde as expressões dos acadêmicos presentes em cena, trazem vida a seus personagens de forma cativante, trazendo sua visão sobre o papel que interpretam.

Darlan Almeida da Rosa, faz parte da equipe de audiovisual do projeto, além de interpretar o militar brasileiro Visconde de Cerro Alegre na obra. Segundo o aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo, o momento é de buscar inovação através da internet. “O filme busca trazer o Sarau Noturno já consolidado e conhecido para um mar de possibilidades que este momento de isolamento proporcionou. Ao estarem ligados diretamente a seus personagens, cada aluno trouxe sua visão de mundo através de sua vestimenta e cenário, proporcionando novas perspectivas de atuação e reinvenção das suas percepções acerca dos personagens.”

A estreia será nesta quinta-feira, às 20h, no canal do YouTube “Sarau Noturno”. É possível acompanhar o projeto através das redes sociais, @saraunoturno no Instagram e Sarau Noturno no Facebook.

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Urcamp avança na preparação para o retorno de aulas com testagem de funcionários

13/07/2021 às 18:17


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Enquanto aguarda autorização dos órgãos competentes para retomar as aulas presenciais, a Urcamp deu mais um passo no processo de preparação interna para o futuro recebimento dos alunos. Após os professores do Ensino Superior terem recebido a primeira dose da vacina imunizante, em junho, a Instituição realizou, nesta terça-feira, dia 13, a testagem de 80 colaboradores técnico-administrativos.
O procedimento, conforme a reitora Lia Maria Herzer Quintana, faz parte dos ritos internos da Urcamp para garantir que todos os requisitos de Saúde estejam atendimentos no momento em que as universidades forem autorizadas a retomarem as aulas presenciais. “A gente passou um ano e meio cuidando de todo mundo. Nesse sentido, para dar tranquilidade e segurança a todos, estamos testando a todos”, mencionou ela ao destacar a aplicação do teste de PCR, através do aparelho do Hospital Universitário, considerado um dos mais modernos e assertivos na avaliação de presença ou não do vírus.
Com essa testagem, aliás, a Urcamp voltará a atuar com as atividades administrativas presenciais. “Vamos funcionar, o setor administrativo, seis horas por dia, por conta dos protocolos de higienização. Isso será das 13h30 às 19h30. Para quando voltarem as aulas, ainda estamos estudando”, detalhou.
Antes dos exames, vale citar, a Instituição realizou, na segunda-feira, uma capacitação para os servidores, no sentido de orientar sobre alguns cuidados fundamentais para garantir a prevenção da Covid-19 dentro do ambiente de trabalho. Na oportunidade, eles foram orientados sobre o uso correto da máscara, bem como o descarte da mesma, o distanciamento entre colegas, a higienização permanente de mãos e ambientes e o álcool em gel que está disponível em todos os setores de circulação da Instituição.
O retorno no ainda contou com um ato ecumênico, celebrado pelo Frei Eudes Zanon. Ele fez uma mensagem de boas-vidas e retorno e uma oração juntamente com todos os colaboradores no saguão de entrada, com o devido distanciamento.
A reitora, em sua análise, projeta que o retorno de aulas presenciais, contudo, é promissor. “Posso, quase que afirmar, que com 75% da população bajeense já vacinada com uma dose, muito provavelmente, em Bagé, que estamos com esta boa estatística, creio que poderemos voltar a pleno em breve”, estimou ao citar a antecipação da aplicação das segundas doses da Pfizer e da Astrazeneca no Rio Grande do Sul como uma determinação importante neste sentido. Para Lia, a previsão é que, até agosto, inclusive, os próprios alunos da Instituição também devam iniciar o processo de imunização, o que facilitará o retorno presencial.

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Coordenadora do curso de História da Urcamp é convidada a organizar livro sobre Bagé

13/07/2021 às 16:39


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Em Cidade | Por Jaqueline Muza

O curso de História da Urcamp, através da coordenadora, Drª Clarisse Ismério, está participando e apoiando com a realização da obra “História de Bagé: Novos Olhares”. Além de Clarisse, que conta com dois capítulos na obra, o livro é organizado pelos historiadores Ms. Gustavo Figueira Andrade, Dr.ª Maria Medianeira Padoin, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A obra tem 22 capítulos e está em fase de editoração.

De acordo com Clarisse, a obra surgiu a partir de reflexões que identificaram algumas lacunas na historiografia sobre a produção do conhecimento acadêmico-científico e sua divulgação acerca da região da Campanha, especificamente sobre a cidade de Bagé. O objetivo do livro é organizar uma obra que reúna estudos recentes produzidos sobre a História de Bagé, que se utilizem de fontes de suportes variados, coletadas nos arquivos públicos e privados, nos museus de Bagé, em seus espaços urbanos, rurais, patrimoniais material e imaterial. A iniciativa busca privilegiar um olhar sobre os aspectos culturais, econômicos, políticos, sociais, artístico, entre outros.

Clarisse salienta que o livro será nos formatos e-book e impresso e ainda não tem data para o lançamento. Para ela, houve um crescimento de pesquisas nos últimos anos, que tem contemplado Bagé e a região da Campanha e que ainda não foram divulgadas. Com isso, a proposta foi organizar uma obra que reúna parte destes estudos e evidencie não apenas o que vem sendo produzido de novos conhecimentos sobre esta história local e regional, como também valorizar as instituições bajeenses e as famílias que preservam seus acervos e, assim, a memória local. “A comunidade poderá ter acesso aos resultados das pesquisas e o retorno de sua atenção para com a preservação de seu patrimônio histórico, cultural e documental”, disse.

De acordo com a doutora, o curso de História da Urcamp está custeando parte do impresso, bem como os dois autores. Porém, segundo ela, reunir estes estudos em formato de livro irá propiciar o registro e a relevante contribuição para a historiografia sul-rio-grandense acerca do Estado da arte do quem vem sendo produzido sobre uma cidade e uma sociedade que ocupou, durante boa parte dos séculos XIX e XX, posição de vanguarda em diversas áreas do cenário cultural, político, econômico e social do Rio Grande do Sul e do Brasil. “A obra, ao apresentar a diversidade de fontes que vem sendo utilizadas pelos pesquisadores, traz aportes para compreender uma história que não é apenas local, mas também fortemente vinculada ao espaço fronteiriço e ao contexto nacional e constituirá um ponto de referência para os estudos que venham a ser desenvolvidos e que abranjam este espaço”, relata.

Para Clarisse, é uma obra de extrema importância acadêmica porque reúne a pesquisa cientifica de mestres e doutores. A pesquisadora também ressalta que é uma iniciativa que valoriza a História enquanto ciência capaz de criar uma orientação cultural da vida prática humana, posto por problemas e carências de orientação no presente.

Segundo Andrade, no âmbito da Educação, o livro irá proporcionar material de estudo para docentes e discentes do município, atendendo a necessidade de formação continuada de professores prevista pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Além do mais, o livro será importante referência para docentes e material didático a ser utilizado para a pesquisa pelos alunos, bem como em Instituições de Ensino Superior.

O mestre acredita que o retorno na área cultural será imediato, pois trata-se de autores selecionados no âmbito acadêmico, com estudos sérios e que valorizam a história e o patrimônio local/regional, os arquivos e instituições de memória bajeenses. “Nesse sentido, a obra poderá se tornar importante cartão de visita para todos interessados em investir e conhecer melhor sobre a cidade e região, tanto no aspecto turístico, empresarial, político, artístico-cultural e da educação no município”, informa.

BOX

Título: “História de Bagé : Novos Olhares”

I PARTE

Patrimônio, Cultura e Sociedade

Prefácio com nomes bajeenses: Elizabeth Fagundes

1. Preservação da memória documental de Bagé.

2. A trajetória da documentação da família Silva Tavares: do acesso privado ao público visando a difusão.

3. Tipologias e simbolismos do acervo do cemitério patrimonial da Santa Casa de Caridade de Bagé.

4. Vila Santa Thereza: patrimônio, memória e audiovisual.

5. A visualidade da Phenix: fotografia e imprensa ilustrada em Bagé.

6. Práticas associativas negras em Bagé: imprensa, carnaval e clubes sociais.

7. O Instituto Municipal de Belas Artes: estado do conhecimento e perspectivas para futuras abordagens.

8. As primeiras décadas do século XX: um balanço sobre a educação republicana no município de Bagé/RS.

9. O “Escrínio” de Andradina de Oliveira e o protagonismo feminista na cidade de Bagé/RS (1898).

II PARTE

Fronteira, Economia e Política

Prefácio com nomes bajeenses: José Carlos Teixeira Giorgis.

10. Ferrovia na Província de São Pedro: o caso da estrada de ferro Rio Grande – Bagé.

11. A exploração da mão de obra escrava na pecuária (campanha gaúcha, segunda metade do século XIX).

12. Os trabalhadores da Charqueada Industrial nos dados da Delegacia Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul.

13. Elites, família e riqueza na pecuária gaúcha: o caso dos estancieiros e charqueadores de Bagé (C. 1850-1930).

14. A Família Delabary.

15. O caso dos Valdenses: Imigração e redes de relação de uma comunidade italiana protestante partir da fronteira sul.

16. Os alemães-russos de Aceguá: as migrações dos Menonitas.

17. Os “Turcos” estão chegando: os imigrantes Sírios e Libaneses em Bagé.

18. Uma região em armas: a delimitação de uma região conformada pela guerra durante o século XIX no espaço platino.

19. O general João Nunes da Silva Tavares e a cidade de Bagé: do contexto da Proclamação da República à Revolução Federalista.

20. De Bagé à Europa: os espaços de circulação de Gaspar Silveira Martins.

21. O caudilho e a Rainha da Fronteira: apontamentos sobre a relação entre APARÍCIO Saraiva e o Município de Bagé durante as Revoluções de 1896 e 1904.

22. Por uma história operária de Bagé (RS): associações, imprensa e militância (1889-1930).

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Formado na Urcamp, jornalista Filipe Duarte lança livro “Escola Gaúcha de Futebol”

13/07/2021 às 16:36


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Em Esportes | Por Yuri Cougo Dias

Afinal, existe um estilo de jogo próprio do Rio Grande do Sul? Esse é o questionamento que o jornalista Filipe Duarte busca responder com o livro “Escola Gaúcha de Futebol: a árvore genealógica dos treinadores do Rio Grande do Sul”, lançado em junho, pela editora Ludopédio. Formado em Jornalismo pela Urcamp, em 2008, Duarte, que atua como repórter esportivo do Grupo RBS, traça uma linha evolutiva de como o futebol gaúcho se desenvolveu e as inspirações que surgiram ao longo das décadas.

Nascido em São Borja, em 1988, Duarte residiu grande parte de sua vida na Rainha da Fronteira. Por conta disso, considera-se um “bajeense de coração”. Após ter concluído a graduação em Jornalismo pela Urcamp, rumou para Bento Gonçalves, onde teve a primeira experiência com a Rádio Viva News. Em 2010, transferiu-se para Porto Alegre e, na capital, passou pelas Rádios Gre-Nal, Guaíba e Bandeirantes. Na última, foi apresentador, também, do programa televisivo Donos da Bola. Em 2017, inclusive, fez cobertura da participação do Grêmio no Mundial Interclubes, direto dos Emirados Árabes Unidos. E, desde 2018, integra a equipe de Esportes do Grupo RBS.

Duarte teve a ideia de estudar o tema quando Tite foi apresentado, em 2016, como técnico da Seleção Brasileira. Naquele momento, foi questionado se havia uma escola gaúcha de treinadores, em razão dos seus antecessores também terem nascido em solo rio-grandense (Dunga, Mano Menezes e Felipão). A observação instigou o jornalista, que deu o pontapé inicial numa pesquisa minuciosa, a fim de constatar a existência de um estilo de jogo que fosse característico do futebol gaúcho. E, assim, surgiu o livro.

Dividida em 11 capítulos, a obra traz detalhes das ideias que permeavam as decisões de nomes conhecidos, como Ênio Andrade, Valdir Espinosa, Cláudio Duarte, Otacílio Gonçalves, Tite e Renato Portaluppi, até nomes ainda mais antigos, como Otto Bumbel, Telêmaco e Oswaldo Rolla (Foguinho).

No prefácio, a assinatura fica por conta de dois grandes nomes: o jornalista Sérgio Xavier Filho, comentarista da SporTV, e o técnico Roger Machado (atualmente no Fluminense), que fez a seguinte afirmação: “O texto tem a cadência de um bom meio de campo. Flui com informação e sabor. Ao terminar a leitura, estava tomado – vamos lá – de uma pontinha de orgulho: puxa, então o Rio Grande do Sul já fez tudo isso?”.

FICHA TÉCNICA

Escola Gaúcha De Futebol – A Árvore Genealógica dos Treinadores do Rio Grande do Sul
Autor: Filipe Duarte
Coleção Campo de Jogo – Volume 04 – Editora Ludopédio
Formato 14 x 21 cm – 160 páginas – colorido
Envios a partir de 10 de agosto de 2021
Dúvidas em ludopedio@ludopedio.com.br

Link para compra: https://ludopedio.com.br/produto/escola-gaucha-de-futebol/

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Urcamp debate participação na Plataforma de Inovações das Instituições Comunitárias

13/07/2021 às 15:51


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Em Urcamp | Por Redação JM

A reitora da Urcamp, Lia Maria Herzer Quintana, recebeu representantes da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), na segunda-feira, dia 12, para debater a Plataforma de Inovações das Instituições Comunitárias, que já foi inaugurada para entrar em funcionamento junto ao sistema Acafe.

Criada em 1974, para desenvolver o Ensino Superior em Santa Catarina, a Acafe reúne 15 instituições, sendo 10 universidades e cinco centros universitários. A associação busca uma parceria com o Comung, maior sistema de educação superior do Rio Grande do Sul, reunindo 14 instituições, para a Plataforma de Inovação das Instituições Comunitárias.

Durante a reunião, realizada na reitoria da Urcamp, em Bagé, o assessor institucional da Acafe, Adriano Rodrigues, acompanhado pela secretária executiva do Comung, Jaira Pupim, detalhou aspectos da Plataforma, ambiente dedicado à integração, apoio, prospecção e potencialização de ações das Instituições de Ensino Superior (IES).

A Plataforma de Inovação das Instituições Comunitárias atua com ações dinâmicas e colaborativas, organizadas a partir de demandas que necessitam da integração entre as IES. As demandas podem ser de natureza diversas, como Demandas Internas ao Sistema, identificadas pelas IES em conjunto com a gestão da plataforma, ou com Demandas Transversais prospectadas pela plataforma. As demandas podem ser do Setor Privado ou do Setor Público, bem como poderão ser próprias de cada IES.

O assessor institucional da Acafe explica que a Plataforma surgiu para unificar as ações do movimento comunitário, desenvolver projetos transversais entre as próprias IES e redefinir a missão das universidades comunitárias. “Não se discute o tamanho das universidades comunitárias e o que representam para uma cidade e para uma região. Tire a Urcamp por um dia de Bagé e vão ver o estrago que representa para a cidade. O que precisamos, de maneira geral, é dar novo significado ao movimento comunitário, mostrando o que fazemos e conectando a inovação com a educação”, pontua.

A assessora de Políticas Institucionais, Regionais e Comunitárias da Urcamp, Elisabeth Drumm, e o gerente de Campus e Inovação, Leandro Rocha Soares Pires, apresentaram, aos representantes da Acafe, ações inovadoras, desenvolvidas pelo centro universitário sediado em Bagé.

A reitora da Urcamp, que é primeira vice-presidente do Comung, destaca que a intenção de estabelecer um ambiente de trabalho conjunto, entre Acafe e Comung, potencializa a função social das instituições de ensino. “A plataforma reforça como nosso trabalho é importante para o desenvolvimento”, define Lia.

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